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Prisão de portas abertas

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Imagem Ilustrativa

Recentemente, sofremos por um descuido. A cerca que separa a casa do quintal não ficou bem trancada e nossos dois pastores alemães invadiram o galinheiro e mataram quase todas as galinhas.

Para reiniciar a criação, compramos 38 pintinhos que, por não terem uma galinha para cuidar deles, ficaram trancados no interior do galinheiro. Eles não podiam sair para o quintal porque as galinhas e os galos sobreviventes os atacavam. Assim, quando eles se tornaram maiores, abrimos o galinheiro para que eles pudessem sair quando quisessem. Curiosamente, eles não saiam. Permaneceram confinados no interior galinheiro por muitos dias, mesmo podendo aproveitar todo o espaço do quintal.Aos poucos, alguns deles começaram a se arriscar e hoje apenas um pequeno grupo continua preso com as portas abertas.

 De modo semelhante, se formos criados em cativeiro, amedrontados pela existência de perigos exteriores, corremos o risco de vivermos confinados em um pequeno mundo, mesmo diante da possibilidade de explorarmos todo o espaço que Deus nos abriu e permite que nele vivamos. 

Lembrei-me, então, de um texto que escrevi há algum tempo sobre "A caverna de Platão" e decidi republicá-lo: http://celeiros.com.br/estudos

Em, 26 de junho de 2016.

Pastor Sólon Pereira 

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