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Batalha contra a incivilidade

Até no meio que tanto amo, lamento ter que dizer publicamente, o caminho da polêmica, do achincalhe, da repreensão pública humilhante, da pregação que ofende, da identidade religiosa que precisa eleger um inimigo para ser forjada, é a via para a autopromoção e obtenção de popularidade.

Surgiu no meio evangélico uma geração de mal educados, estúpidos, descorteses, desalmados e que, a despeito da ruptura com o verdadeiro espírito cristão, são celebrados por aqueles que se dizem seguidores de Cristo. Um Cristo que parece ter-lhes ensinado a serem venenosos como as serpentes, e abrirem mão da ideia idiota de ser ovelha num mundo de lobos. Não sei que tipo de mensagem os que superlotam os templos evangélicos estão ouvindo.

Estamos vivendo um momento de inflexão na nossa cultura. Há uma jihad entre nós. Estamos perdendo a afeição natural. Grandes injustiças não nos fazem mais chorar, exceto quando nos sentimos atingidos por elas ou são beneficiados aqueles a quem odiamos.


Termino de forma que muitos podem considerar a mais patética, ingênua e piegas que se possa imaginar: gentileza gera gentileza. Precisamos semear amor. Disseminar doçura através de pequenos gestos. Não tratar ninguém de modo indigno. Fazer todo aquele que cruzar nosso caminho voltar para casa se sentindo amado por nós e tendo uma ideia do que o próprio Deus sente pela sua vida.

"... se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem". Se tivesse recursos, espalharia, em grandes cartazes, por todo o país, essa mensagem do apóstolo Paulo, a começar pelas portas das igrejas.

Em 6 de fevereiro de 2017

Por Antônio Carlos Costa

Fonte: ultimato

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