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Médicos cristãos poderão recusar aborto com apoio de nova lei, nos EUA 

O projeto de lei também visa proteger as companhias de seguros de saúde que se opõem ao aborto e preferem não cobrir o procedimento.

Um novo projeto de lei, que está em processo no Congresso dos Estados Unidos, poderá fornecer aos profissionais de saúde que conscientemente se opõem ao aborto, o direito de não participar do procedimento que encerra vidas. "Esse projeto de lei é necessário para dar aos prestadores de cuidados de saúde o direito de fornecer cuidados médicos sem violar suas crenças", disse o Senador de Oklahoma, James Lankford, que co-patrocinou o projeto de lei.

"A consciência é o espaço sagrado da dignidade humana onde as pessoas exercem suas crenças que são sustentadas e raciocinadas", disse Jeff Fortenberry, senador de Nebraska, outro co-patrocinador do projeto de lei. "É uma verdadeira pobreza saber que este princípio norte-americano está sob ataque, violando o bem das pessoas e das comunidades", ressaltou.


Além disso, a legislação protege também as companhias de seguros de saúde que se opõem ao aborto e preferem não cobrir o procedimento. A Califórnia é um exemplo de um estado que atualmente obriga as companhias de seguros de saúde a cumprir a cobertura do aborto, sem exceções baseadas na oposição religiosa. O departamento de direitos civis do Departamento de Saúde e Serviços Humanos declarou que as organizações que se baseam na fé cristã, na Califórnia, foram obrigadas a fornecer cobertura de aborto.

"Os americanos têm opiniões muito diferentes sobre o aborto, mas não devemos forçar ninguém a participar dele ou fornecer cobertura", continuou Lankford. O projeto de lei, a Lei de Proteção da Consciência, também foi introduzido no Congresso no ano passado. Passou para a Casa dos EUA., mas não foi votado no Senado.

Sem direitos

Houve casos isolados de enfermeiros sendo coagidos a participar de abortos, mesmo contra sua própria vontade, nos Estados Unidos. Um incidente ocorreu no Hospital “Mount Sinai”, em Nova York, envolvendo a enfermeira Catherina Cenzon-DeCarlo, do Brooklyn. O New York Post informou:

"Cenzon-DeCarlo foi informada que uma paciente com 22 semanas de gravidez estava com pré-eclâmpsia, uma condição marcada por pressão arterial elevada que pode levar a convulsões ou morte, se não for tratada. O supervisor alegou que a mulher poderia morrer se Cenzon-DeCarlo não ajudasse no aborto”, informou.

Mas a enfermeira, que é sobrinha de um bispo filipino, afirmou que a vida do paciente não estava em perigo. Discutiu que o paciente não carecia da terapia do magnésio, um tratamento comum para pré eclâmpsia, e não teve problemas em indicar uma emergência.

Suas súplicas foram rejeitadas e, ao invés disso, ela foi ameaçada com acusações de insubordinação e abandono de pacientes, de acordo com o processo, apresentado no tribunal federal do Brooklyn. Sentindo-se ameaçada, Cenzon-DeCarlo ajudou no procedimento.

"Eu me senti violada e traída", comentou Cenzon-DeCarlo, refletindo também sobre os pesadelos e insônia que ocorreram após participar do procedimento. "Eu ainda nem acredito que isso realmente aconteceu", comentou. Uma investigação do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, lançada em resposta ao caso Cenzon-DeCarlo, revelou que o Hospital Mount Sinai precisaria mudar suas políticas e procedimentos para acomodar profissionais de saúde que se opõem ao aborto.

Em 13 de fevereiro de 2017

Fonte: guiame

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