Legenda da imagem

Estudos Bíblicos

­­

­

A Obra de Deus

A expressão “Obra de Deus”, embora muito comum e de simples compreensão, tem sido mal interpretada por muitos cristãos. Alguns pensam que o termo se refira à Igreja de Jesus, enquanto outros são levados a acreditar que signifique uma denominação cristã em especial. Nem todos entendem que se trata de uma ATIVIDADE COM UM FIM ESPECÍFICO.Sem complicar as coisas, neste breve estudo apresentaremos os textos bíblicos e os esclarecimentos que elucidam a significação tanto da “Obra de Deus”, como de outras expressões relacionadas, quais sejam: Obra Criadora, Obra Redentora e Obra do Espírito.

(Leia todo o estudo) 

A cronologia da "Semana Santa"

Apresentamos neste estudo uma breve contextualização dos principais fatos que antecederam o grande sacrifício pascal, que se desenrolaram na chamada Semana Santa, segundo a tradição católica. Buscamos seguir, a narrativa cronológica dos acontecimentos, segundo nossa conciliação e harmonização dos textos dos evangelhos.

(Leia todo o estudo) 

A Trindade

Embora estejamos bastante familiarizados com o termo “Trindade” e conhecermos a sua significação desde nossos passos cristãos iniciais, é bom saber que essa palavra não aparece na Bíblia.Na verdade, o conceito sobre a Trindade formou-se de uma conjugação de textos e passagens bíblicas, como veremos a seguir. Mas, não podemos negar que a própria compreensão da Trindade é algo difícil de assimilar, pois foge à nossa lógica uma “unicidade dividida”, uma vez que, obviamente, o significado de uma palavra exclui a outra.Entretanto, pretendo nestas poucas linhas apenas destacar o que a palavra de Deus nos relata sem a pretensão de criar algo novo ou explicar o que Deus não quis detalhar.

(Leia todo o estudo) 

Desigrejados

Nos tempos atuais há muitas pessoas desencorajadas a participarem da igreja, provavelmente trazendo suas decepções como justificativa para tanto. De fato, é preciso reconhecer que o modelo de igrejas hoje existente está bastante viciado e que necessita de grandes ajustes. Entretanto, não podemos deixar que “o errado” prevaleça sobre “o certo”. Nosso parâmetro não pode ser o que está sendo feito em vários lugares, mas o que a palavra de Deus nos mostra ser o certo. Assim, fixando-nos no apelo de Deus, deixemos a advertência escrita aos Hebreus nos impactar para não desistirmos do propósito de Jesus de estarmos congregados como igreja.

(Leia todo o estudo) 

Bibliomancia

Se Jesus quisesse que sua igreja consultasse a palavra de Deus, por que não orientou assim os seus discípulos? Naquele tempo eles já possuíam os escritos dos pergaminhos do Velho Testamento. Ora, se essa fosse a vontade de Deus, eles poderiam ter sido instruídos a abrir aleatoriamente pergaminhos para saber a direção do Senhor. De igual modo, em nenhum momento da história da igreja o Espírito Santo induziu os crentes a consultarem as escrituras sagradas aleatoriamente para tratar de seus assuntos pessoais ou para saber se uma visão, por exemplo, procedia do Senhor. Por que Deus deixaria a igreja sem instrução sobre algo tão importante? Certamente, se fosse essa a vontade do Senhor, tal prática teria sido revelada a algum dos apóstolos e isso constaria de alguma das cartas que doutrinaram a igreja no primeiro século da era cristã. 

(Leia todo o estudo) 

A caverna de Platão

Ser livre não é fácil. 

Muitos não sabem ser livres e acabam se perdendo em sua liberdade – é verdade. Desde os tempos do Éden foi assim. Deus fez o homem para ser livre e não para viver aprisionado ou dominado por outro homem. O Senhor ordenou ao homem que dominasse sobre todo ser vivo (Gn 1:28), mas nunca disse para ele dominar sobre outro homem: sempre que um indivíduo pretende dominar outro, temos aí constituídos os princípios de uma tirania.

(Leia todo o estudo) 

A Igreja e o óleo da unção

Se usado corretamente, é bênção. Se não, é heresia.

Para não sermos levados por invencionices do evangelicalismo moderno, devemos refutar práticas não amparadas pela bíblia. Se pensamos que tais inserções não fazem mal é porque não percebemos que heresias são infiltradas sorrateiramente para abrir portas para o misticismo, para o comércio de óleos trazidos de Israel, para inconveniências e para nos fazer aceitar passivamente todas as práticas antibíblicas atualmente introduzidas nas igrejas. Logo, fazem mal, sim!

(Leia todo o estudo) 

A instituição e a finalidade do dízimo na Lei 

A primeira ordem de Deus acerca do dízimo foi registrada no livro de Levítico, momento em que Deus, expressamente, consagra para si o percentual de 10% de toda a produção da terra (Lv 27:30-34, grifo nosso). Desde então, uma parcela da produção anual de cada família produtiva passou a não mais lhe pertencer, uma vez que o Soberano criador e dono de todas as coisas disse: esta porção é minha!

No trecho bíblico citado, notamos que a instituição do dízimo segue o princípio essencial de toda oferta requerida por Deus: somos mordomos do que não é nosso. Por isso, na vigência da Lei, Deus diz que as dízimas dos cereais e dos frutos da terra eram dele. Se o homem quisesse ficar com essa porção, deveria resgatá-la, ou seja, pagar o seu preço acrescido de 20%. Ora, as dízimas da terra eram resultado do trabalho do homem, de seu esforço, de sua dedicação. Mas, Deus diz: é meu!

(Leia todo o estudo) 

A quarta trombeta do apocalipse

A igreja não será arrebatada ao toque da 4ª trombeta 

Pouquíssimos são os que defendem que Jesus voltará durante o toque da quarta trombeta. Essa é a hipótese menos provável de todas. Até porque esse entendimento traz uma situação inconciliável. Não há como afirmar a volta de Jesus durante a quarta trombeta sem admitir que a igreja passará pelo menos por boa parte da Grande Tribulação. Quem defende esta tese tem que escolher uma das seguintes alternativas, para manter a lógica: a) se Jesus vem no toque da quarta trombeta, então ele vem durante a Grande Tribulação; b) se Jesus vem antes da Grande Tribulação, então ele não pode vir com o toque da quarta trombeta. Um exclui o outro.

(Leia todo o estudo) 

A tradição do casamento

Vamos pensar? 

 Nossa memória está impregnada pela cerimônia religiosa que envolve o casamento de tal modo que temos dificuldade para separar a instituição de Deus da tradição criada pelos homens.Leia este estudo apenas se você tem a bíblia como única regra de fé, pois será necessário afastar, por alguns momentos, seus conceitos e preconceitos para fazer uma avaliação adequada das considerações expostas neste texto.Afinal, se nós cremos no Deus Jeová porque a bíblia nos diz que ele é o único Deus, ao qual devemos seguir, por que não aceitar que a própria bíblia nos dê as informações sobre as demais coisas que sustentam a nossa fé? Esse raciocínio inicial é importantíssimo, pois quando aceitamos crer em algo ou em algum ensinamento que não está escrito na bíblia, abrimos o caminho para a aceitação de qualquer outra coisa ou doutrina que também não esteja nela escrita. Neste caso, ao passo que admitimos o que não está escrito, reduzimos o valor do que está escrito e tudo passa a ser aceitável e questionável ao mesmo tempo.

(Leia todo o estudo) 

Anonimato e internet

Quem é você? 

 A propósito do crescente movimento de relações interpessoais virtuais e das incertezas que permeiam esses relacionamentos, que se desenvolvem por trás de computadores, tablets e smartphones, iremos abordar neste artigo a questão do anonimato sob o ponto de vista bíblico, para saber até que ponto a tecnologia social tem sido benéfica àqueles que professam a fé cristã.

(Leia todo o estudo) 

Autoestima na Bíblia 

O movimento que introduziu os ensinamentos da psicologia na igreja tem hoje grande aceitação, de modo que levantar questionamentos sobre a coerência entre alguns pontos da chamada psicologia cristã e o evangelho de Cristo pode nos render muitos antipatizantes. Mas, mesmo assim, arrisco-me a perguntar: será que posicionamos a nossa fé no lugar certo?
Se estamos no lugar certo, não há o que mudar. Mas, o inverso é verdadeiro. 
(Leia todo o estudo) 

Clamor pelo sangue de Jesus

Não confunda "sangue de Jesus" com o "clamor pelo sangue"

Considerando que conhecemos o valor do sacrifício de Jesus, representado por seu sangue derramado na cruz do calvário, façamos uma reflexão quanto à necessidade de realizarmos formalmente um “clamor pelo sangue de Jesus” todas as vezes que desejarmos fazer uma oração inicial para nos achegarmos à presença de Deus.Do ponto de vista histórico, temos de admitir que não há referências bíblicas específicas quanto a isso. Não há registros de que, desde a igreja primitiva até o século IV, houvesse tal prática no âmbito cristão. De modo semelhante, o protestantismo iniciado com Lutero não nos deixou registros ou ensinamentos a respeito da necessidade de um clamor pelo sangue de Jesus antes de determinadas orações para que essas fossem aceitas diante de Deus.

(Leia todo o estudo) 

Idolatria evangélica

Quem é o seu Senhor?

Quando o assunto é idolatria, talvez a primeira coisa que venha à nossa mente seja a adoração (ou veneração) de imagens de escultura. Mas, será que as definições que habitam nossa mente estão completas? Haveria algo mais que pudéssemos considerar idolatria? Há conceitos sobre idolatria que extrapolam a objetividade bíblica? Um evangélico, que não adora imagens de escultura, pode ser idólatra? Essas são as questões que pretendemos responder neste estudo.

(Leia todo o estudo) 

"Maldito o homem que confia no homem"

Há quem diga que só confia em Deus e que não confia em homem algum, uma vez que a bíblia diz que é “maldito o homem que confia no homem”. 

Entretanto, a lógica das relações familiares e sociais nos leva às seguintes indagações: como pode alguém viver neste mundo sem confiar em alguém? Seria isso saudável, do ponto de vista mental?Também, do conhecimento que adquirimos lendo a bíblia, perguntamos: como poderia Deus esperar que não confiemos nas pessoas quando Ele próprio transmite sua palavra por meio de homens? Então, será que compreendemos bem o versículo bíblico em que Jeremias diz “maldito o homem que confia no homem? (Jr 17:5)

(Leia todo o estudo) 

O Dízimo de Abraão

Ficando apenas com o que está escrito, Abraão entregou, uma única vez, uma oferta de 10% do despojo que, na verdade, era a recuperação do patrimônio que pertencia a um outro rei. Fez isso por reconhecer que Deus o havia honrado naquela peleja, ou seja, fez por gratidão. Essa oferta de gratidão foi chamada de dízimo exatamente porque o percentual oferecido foi de 10%. Também, importa destacar que a oferta de Abraão não possui os mesmos fundamentos do dízimo que é ensinado e praticado pela igreja do nosso tempo, seja ela tradicional, pentecostal ou neopentecostal. A oferta de Abraão foi um ato de gratidão pela vitória recebida, ou seja, uma oferta por ter sido abençoado – “recebeu, por isso deu”. De modo diverso, os fundamentos das igrejas evangélicas para o recebimento do dízimo hoje são: assistência aos santos, provisão para a continuidade dos trabalhos da igreja, repreensão do devorador e prosperidade material. Ou seja: “dão para receber”.  

(Leia todo o estudo) 

Pastora

O presente estudo foi elaborado para firmar, no âmbito da Igreja Cristã Celeiros (ICC), nosso posicionamento acerca da consagração de mulheres ao ministério pastoral. Evidentemente, compreendemos as opiniões contrárias e respeitamos quem pense de modo diverso, mas é importante que os membros da igreja conheçam os fundamentos da doutrina que defendemos ao admitir somente homens para essa missão.

Com sólidos fundamentos bíblicos, acreditamos que é melhor estarmos alinhados com a vontade soberana do Senhor, obedecendo à sua permanente e estável palavra do que promovermos contínuos ajustes para adequarmos a bíblia às exigências culturais do momento.

(Leia todo o estudo) 

Por quê fomos criados e existimos?

O propósito da nossa criação exclui a possibilidade de termos um fim em nós mesmos. 

Quem pensa que veio a este mundo para cuidar de seus próprios interesses, ganhar dinheiro, alcançar sucesso pessoal, construir impérios e gozar prazeres não conhece a essência e os desígnios de Deus. Antes da fundação do mundo, Deus já existia e em nada dependia de nós para a sua existência. Ou seja, Deus não existe em função do homem.“Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus.” (Salmos 90:2 RA)

(Leia todo o estudo) 

Primeiro Isaías: leitura anotada

Isaías, cujo nome significa "Javé é salvação" nasceu por volta de 760 a.C., no reino do Sul, Judá, durante o reinado de Ozias (781-740 a.C.) e tinha formação e cultura típicas de Jerusalém, já que era profeta do Templo e conselheiro do rei (2Rs 19,1-7). Esse lugar social, com suas tradições religiosas, delineou a vida; as opções e a mensagem do profeta.Por volta de 740 a.C., com apenas 20 anos de idade, Isaías recebeu a vocação profética e, em seguida, casou-se com uma profetisa que lhe deu dois filhos, aos quais Isaías deu nomes simbólicos, relacionados com sua mensagem profética: Sear Jasub, que significa "um resto voltará" (7,3), e Maer Salal Has-Baz, que significa "pronto-saque-rápida-pilhagem" (8,3c).O estilo de seus escritos é clássico e original. Foi verdadeiramente um poeta, cheio de sensibilidade, breve e preciso: linguagem direta, com imagens simples que tocavam o âmago da questão e atingiam em profundidade o destinatário (Is 5,1-7). 

(Leia todo o estudo) 

Usos e Costumes 

Antes de analisarmos qualquer texto bíblico, devemos meditar sobre o que vem a ser uma roupa de homem e uma roupa de mulher. Podemos começar com a seguinte pergunta: Qual a diferença das túnicas usadas pelas mulheres das túnicas usadas pelos homens no velho e no novo testamento? 

O livro “Usos e Costumes dos Tempos Bíblicos”, de Ralph Gower, Ed. CPAD, p. 20, nos ensina o seguinte: 

“Deuteronômio 22:5. Em vista da túnica ser tão básica, ela era idêntica para homens e mulheres, exceto que a do homem era geralmente mais curta (na altura do joelho) e a da mulher mais longa (na altura do tornozelo) e azul.”

(Leia todo o estudo) 

F­­AÇA PARTE DESTE PROJETO!

Se você se identifica conosco e gostaria de fazer parte deste projeto, contate-nos: 

 celeiros.df@gmail.com

ou pelo facebook nos seguintes endereços: 

 https://www.facebook.com/groups/celeiros/     -    https://www.facebook.com/groups/celeiros/.